segunda-feira, 30 de maio de 2011

Análise da Música Quantos Morros Já Subi

Quantos Morros Já Subi

Fundo de Quintal

Composição : Mario Sergio/Arlindo Cruz/ Pedrinho da Flor

Quantos morros já subi desci sem ver
O que falam por aí me faz tremer
Essa gente vive assim sem reclamar
Lá ninguém é tão ruim lá também se sabe amar
Todo mundo é irmão
Todo mundo é irmão todo mundo é companheiro
lá no morro da formiga do Borel e Salgueiro
Lá tem samba pé no chão poesia verdadeira
Lá no morro da Serrinha lá no morro de Mangueira
Quantos morros...
Essa gente vive em paz essa gente faz o bem
Saja no Pau da Bandeira seja na Vila Vintém
Esse povo que a cidade chama de fora da lei
Vive com dignidade sem levar vida de rei.
Eu já vi muita alegria muita gente a sorrir
No morro do juramento pavãozinho e Tuiuti
Eu já vi felicidade muita gente ser feliz
No alto do Andaraí e no morro da Matris

Essa gente vive em paz essa gente faz o bem
Saja no Pau da Bandeira seja na Vila Vintém
Esse povo que a cidade chama de fora da lei
Vive com dignidade sem levar vida de rei.

Subi o morro que a sociedade não quer enxergar como eu enxerguei
Chacrinha Turano Rocinha e outros lugares que eu não cantei
No morro que eu pude encontrar amizade que em outros lugares que não encontrei
Vive com dignidade sem levar vida de rei

Em discursão na sala, diversas formas de interpretar o texto foram surgindo. De maneira geral podemos perdeber o preconceito do autor para com as comunidades das favelas, que após subir o morro percebe que seus conceitos estavam errados.

Sonhos de Akira

Ele começa com um dos sonhos mais sublimes e com pouquíssimas falas. O único diálogo (estaria mais para monólogo) é de uma mãe aconselhando o filho a não sair de casa. Quando chove e faz sol ao mesmo tempo as raposas se casam e não gostam de serem vistas. O aviso só desperta a curiosidade do menino que observa uma linda cerimônia impecavelmente coreografada. Assim começa o filme com "Um raio de sol através da chuva" e já estamos arrebatados pelas imagens.
O conto seguinte não faz menos do que o primeiro. "O jardim das pessegueiras" mostra um menino que chega em uma plantação de pessegueiros, pessegueiros que seus pais cortaram. Lá ele se encontra com um grupo de "espíritos" que representam as pessegueiras cortadas, e de novo uma bela coreografia ainda mais intrincada toma conta da tela.
Os sonhos vão se seguindo, e percebemos a diferença entre eles. As diferenças correspondem a diferente fases da vida do cineasta. Diferença de tempo e percepção da vida.
Seguem outros sonhos como "A tempestade", que mostra uma entidade que tenta seduzir um homem para a morte;  "O túnel", onde um capitão se confronta com seu pelotão morto em combate; "Corvos",  onde um pintor se encontra com um Van Gogh interpretado por Martin Scorcese e passeia pelos quadros do pintor; "Monte Fuji em vermelho", mostra um grupo de pessoas fugindo de um vulcão em erupção e catástrofe nuclear ao mesmo tempo; "O demônio que chora", onde a radiação deixou as pessoas com chifres; e "O vilarejo dos moinhos", onde um homem chega ao vilarejo e descobre que todos lá vivem sem nenhuma das invenções de hoje, nem sequer eletricidade.
O filme retrata em uma das cenas a simplicidade de um povo que vive inteiramente com a natureza, sem precisar de eletricidade, máquinas para colheita ou etc. Onde o rapaz que chegou no vilarejo, apesar de não concordar os custumes e tradições daquele povo acabou cedendo mesmo que por uma pequena crença deles.

Rômulo e Remo

O mito da fundação de Roma tem como protagonistas os gêmeos Rômulo e Remo. Abandonados em um cesto nas águas do Rio Tibre, eles foram salvos por uma loba, que os amamentou e os viu crescer. Adulto, Rômulo matou Remo e, em seguida, fundou Roma oito séculos antes de Cristo. A lenda de Rômulo e Remo voltou a ser assunto com o anúncio de que arqueólogos encontraram a gruta na qual os irmãos foram aleitados pela loba, de acordo com a crença dos antigos romanos.

A clássica história da fundação de Roma, os meninos salvos por uma loba que os criou e os amamentou.
Até hoje descobertas tem sido feitas em relação a este fato, porém nada conclui a veracidade dessa história.

Verdade ou mito?

O Enigma de Kaspar Hauser

Kaspar Hauser


O menino Kaspar Hauser apareceu pela primeira vez numa praça de Nuremberg, em maio de 1828. Era um estranho: ninguém sabia quem era ou de onde vinha. Trazia uma carta de apresentação anônima para o capitão da cavalaria local, contando que fora criado sem nenhum contato humano, em um porão, desde o nascimento até aquela idade (provavelmente 15 ou 16 anos) e pedindo que fizessem dele um cavaleiro como fora seu pai.
Ficou-se sabendo mais tarde (quando K. Hauser aprendeu a falar) que uma pessoa, que ele não conheceu, tratava dele enquanto esteve isolado, deixando-lhe alimentos enquanto ele dormia.
Acolhido na casa de um professor que se ocupou de iniciar sua socialização, é assassinado em 1833 (o filme de Werner Herzog sugere que K. Hauser foi assassinado pelo próprio pai).
Quando apareceu em Nuremberg, o garoto não entendia nada do que lhe diziam; sabia falar apenas uma frase: "quero ser cavaleiro" e não sabia andar direito. Parecia um menino dentro de um corpo adolescente. Seu comportamento estranho para os padrões sócio-culturais estabelecidos, causava um misto de espanto e interesse. Era visto como um "garoto selvagem," apesar de demonstrar ser dócil, simples e gentil. Possuía algumas habilidades peculiares interessantes, descritas tanto no filme de Herzog, quanto na obra de Masson: conseguia enxergar muito longe, no escuro, e sabia tratar os animais, principalmente os pássaros. Ao mesmo tempo tinha medo de galinhas e fugia delas aterrorizado. Numa das cenas, atraído pela chama de uma vela, colocava seu dedo no fogo e, ao sentir dor, aprende que a chama queima.
Graças à sua curiosidade infantil e memória notável, aprendeu várias coisas muito depressa.
Kaspar Hauser tornou-se uma espécie de atração por sua história de vida diferente. Todas as pessoas da cidade queriam vê-lo. O filme de Herzog mostra, em uma das cenas, K. Hauser junto com outros indivíduos, tidos como anormais (um anão, um índio e uma criança autista), em exposição num circo.
Um ano depois de ter chegado a Nuremberg, foi ferido e recebeu um grande corte na fronte. Em dezembro de 1833, recebeu outro ferimento que lhe seria fatal. Herzog sugere, em seu filme, que os dois ferimentos sofridos por K. Hauser foram tentativas de assassiná-lo. Masson diz, em seu livro, que em dezembro de 1833, K. Hauser foi atraído para uma emboscada, com a promessa de receber informações sobre seu nascimento. No local, em vez disso, recebeu uma facada no peito, morrendo três dias depois.
 
 Este filme assim como o exemplo das meninas lobas, demonstra o quão é importante o âmbito em que se convive, absorvendo os conhecimentos, culturas, etc. 
Kaspar Hauser era considerado um folha em branco, onde alí poderia escrever sua história.

Amala e Kamala as meninas lobas:

Menina Loba
Na Índia, onde os casos de meninos-lobo foram relativamente numerosos, descobriram-se em 1920, duas crianças, Amala e Kamala, vivendo no meio de uma família(?) de lobos. A primeira tinha um ano e meio e veio a morrer um ano mais tarde. Kamala, de oito anos de idade, viveu até 1929. Não tinham nada de humano e seu comportamento era exatamente semelhante àquele de seus irmãos lobos.
Elas caminhavam de quatro, apoiando-se sobre os joelhos e cotovelos para os pequenos trajetos e sobre as mãos e os pés para os trajetos longos e rápidos.
Eram incapazes de permanecer em pé. Só se alimentavam de carne crua ou podre. Comiam e bebiam como os animais, lançando a cabeça para a frente e lambendo os líquidos. Na instituição onde foram recolhidas, passavam o dia acabrunhadas e prostradas numa sombra. Eram ativas e ruidosas durante a noite, procurando fugir e uivando como lobos. Nunca choravam ou riam.
Kamala viveu oito anos na instituição que a acolheu, humanizando-se (?) lentamente. Necessitou de seis anos para aprender a andar e, pouco antes de morrer, tinha um vocabulário de apenas cinqüenta palavras. Atitudes afetivas foram aparecendo aos poucos. Chorou pela primeira vez por ocasião da morte de Amala e se apegou lentamente às pessoas que cuidaram dela bem como às outra com as quais conviveu. Sua inteligência permitiu-lhe comunicar-se por gestos, inicialmente, e depois por palavras de um vocabulário rudimentar, aprendendo a executar ordens simples”.

O texto acima conta a história de duas meninas criadas por lobos em seu habitat natural, onde isoladas dos humanos não adiquiriram nenhuma semelhança em relação a sua espécie, o que mostra a dependência do âmbito social para desenvolver a comunicação, relacionamento, etc.

Meu Portfólio (Em partes) Primeiro tema: Comunicação de Linguagem e Formas de Imagens

Proposto como atividade avaliativa para o segundo semestre do curso de Sistemas de Informações, 02 SIV-A;
Apresento meu portfólio, onde estão reunidas todas as atividades realizadas na materia de Português Instrumental II.

Dia 28.10 trabalhamos em sala: Comunicação de Linguagem e Formas de Imagens, como nos apresentamos diante das pessoas.
Foram propostas algumas questões para auto avaliação, foram elas:

  • Como eu me vejo?
  • Como os outros me veem?
  • Qual a imagem que eu gostaria de transmitir?
Dependendo do contexto sou sempre reservado e sério, porém passo uma imagem diferente quando se trata de amigos e conhecidos pois tenho atitudes diferentes com eles.

Essas são questões circunstanciais, mas geralmente passo uma impressão de uma pessoa séria. Sua imagem é espelhada em suas atitudes, portanto voce passa a imagem do que quer ser dependendo de seus atos.

Uma pessoa espontânea e mais comunicativa..

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Aula 06-05-2011

Aula 06-05-2011
Escrever artigo opinião sobre as diferentes formas de falar

Em um país com uma diversidade cultural tão grande como o Brasil, torna-se polêmico quando se trata das diferentes formas de falar. Devido a colonização e diversos outros aspectos, integramos ao nosso modo de agir, falar e pensar custumes de outros povos, que podem ser vistos de forma errada por outra pessoa.
Ao comparar dois estados podemos ocasionar uma grande discursão, muitos tratam de forma preconceituosa um dialeto diferente do seu. Essa discriminação ocorre em diversos aspectos atingindo principalmente a moral de um indivíduo.
Essa diversidade pode ser notada até nas classes sociais, ao meu ver o indivíduo se adapta à maneira de agir ou falar de acordo com o meio em que vive, ele absorve o conhecimento que convive diariamente seja ele gíria ou sotaque.